Seja Bem Vindo ao meu Portfólio de Aprendizagens!

Espero receber sempre sua visita!!!
Mostrando postagens com marcador Psicologia da vida adulta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Psicologia da vida adulta. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de novembro de 2008


Ser adulto...

Participando das atividades propostas pela Interdisciplina Psicologia da Vida Adulta refleti sobre minhas considerações sobre o que é ser adulto. Percebi que como a maioria de meus colegas a usei para tentar conceituar adulto a palavra responsabilidade. Além disso, concluí de que para ser adulto não basta ter idade, e sim maturidade suficiente para estabelecer relações equilibradas consigo mesmo, com o outro e com o mundo.
Segundo a lei ao completar 18 anos todas as pessoas se tornam adultas. Entretanto isso não significa que um indivíduo vai dormir hoje sendo adolescente e vai acordar amanhã adulto...As pessoas tornam-se adultas independente da idade, mas sim de sua interação com o meio, da influência da sociedade onde vive, de experiências que marcam sua vida,... adquirindo aos poucos com o passar do tempo maturidade suficiente para assumir responsabilidades e tomar decisões conscientes.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Aprendizagem na vida adulta
Acredito que nós enquanto adultos como as crianças também estamos em constante processo de aprendizagem. Este se dá por meio da interação que estabelecemos com o ambiente onde vivemos, através de nossa próprias experiências, seguindo gradativamente (caráter interativo) e suscetivamente etapas ou períodos, segundo Piaget, como nos afirma o texto: Aprendizagem na vida adulta de Tania Beatriz Iwaszko Marques. Pensando dessa forma o que eu “sei hoje” serve de base para futuras aprendizagens, conquistas, assim como o que “aprendo hoje” teve sua base apoiada em conhecimentos adquiridos anteriormente.Entretanto o aprendizagem depende não apenas relações com o objeto a ser conhecido, é necessário levarmos em consideração o ritmo de aprendizagem de cada indivíduo. Como professora procuro conhecer meus alunos, principalmente através de questionamentos e me colocando em “seu lugar”, tentando compreender suas dúvidas e o caminho que os levou a pensar de tal maneira. Assim entendendo que cada um tem seu próprio ritmo de aprendizagem, sua bagagem cultural, fica mais fácil entender o porquê de que nem todos aprendem as mesmas coisas na mesma idade ou da mesma forma.Tomando minha própria aprendizagem como ponto de referência posso afirmar que eu me encontro na fase operatório-formal segundo Piaget, no texto acima referido, pois aprendo interagindo com o objeto a ser conhecido, experimentando, criando hipóteses, pensando sobre minha própria forma de pensar... e não apenas ouvindo alguém como posso observar na forma de ensino tradicional, um simples repasse de informações...Referência bibliográfica:IWASZKO MARQUES, Tânia Beatriz. Aprendizagem na vida adulta.

terça-feira, 7 de outubro de 2008


Auto-conhecimento


Concordo plenamente com David Elkind no texto : As oito idades do homem, segundo Erick Erikson, quando afirma que a construção da personalidade de uma pessoa não se determina apenas na adolescência (período intenso de busca da identidade), já que tomo como exemplo a minha própria vida. Observo o constante desenvolvimento de minha personalidade, pois ao “rever” minha adolescência percebo que muita coisa mudou e que vem mudando, como por exemplo meu próprio jeito de ver o mundo, agora de uma maneira mais tranqüila, equilibrada e responsável..., o que conseqüentemente traz mudanças à minha personalidade.
Comparei as oito fases do desenvolvimento humano com minha própria vida, refleti sobre as etapas que já passei, observei que muitos comportamentos e formas de olhar para o mundo se identificaram bastante com as características apontadas por Erikson. Mas dentre todas a que mais me chamou a atenção foi exatamente a que eu estou vivendo agora (Intimidade x Isolamento). É exatamente como me sinto no momento, nas palavras de Erikson: (lado positivo) condições de estabelecer intimidade com com o outro e fundir sua identidade na do companheiro; (lado negativo) medo de perder o próprio eu, excesso de competitividade .
Assim sendo percebi que tomar a si próprio como exemplo além de nós auxiliar nos estudos sobre as etapas do desenvolvimento humano, é também uma forma de nos entendermos melhor, de nos auto-conhecermos.

As vantagens da vida adulta
Através da leitura do texto proposto ( Transformações na convivência humana segundo Maturana) de Luciane M. Corte Real e participação do primeiro fórum da Interdisciplina Psicologia da vida adulta refleti bastante sobre as vantagens da vida adulta tendo minha própria vida como referência, a partir desse ponto pude compreender melhor a leitura proposta. Uma das afirmações que me chamaram a atenção foi o fato de que ao fazermos parte do mundo estamos como todos nós já sabemos construindo-o, mas o que Maturana evidência é que há uma relação de interação, onde também somos “construídos” pelo meio onde estamos inseridos. E a maneira como observamos os acontecimentos, os fatos ao nosso redor determina a forma como vivemos. Isto é se uma pessoa lamenta, reclama de tudo que lhe acontece não observando o lado positivo que cada situação vivida lhe oferece (experiência) provavelmente seu “mundo”, sua maneira de viver é insatisfatória. Uma pessoa que age desta forma é incapaz de se auto-compreender e de compreender os indivíduos que vivem a seu redor.
Nós adultos somos responsáveis autônomos pela construção de nosso próprio caminho, portanto sujeitos ativos na criação do ambiente onde vivemos.
Quando criança meu desejo maior era me tornar uma adulta. Hoje sou adulta e compreendo perfeitamente que cada fase da vida tem sua beleza, seu explendor e que saber aproveitar cada momento dela além de crescermos enquanto pessoa (conhecimento se dá no momento em que estamos interagindo com o mundo, segundo Maturana) é também fonte de juventude e de felicidade.