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quarta-feira, 24 de setembro de 2008


? ? ? ? Perguntas, muitas perguntas... ? ? ? ?

Como praticamente todos os professores também tenho o hábito de questionar, provocar curiosidades em meus alunos estimulando-os dessa forma na construção de suas aprendizagens. Fiquei surpresa com a atividade que realizei em sala de aula onde todas as crianças deveriam levantar questionamentos sobre qualquer assunto que tivessem curiosidade, muitas foram as perguntas levantadas (muito mais do que eu imaginava e dos mais variados assuntos), percebi que este é um ótimo momento para direcionar o trabalho docente de acordo com interesses e curiosidades de nosso alunos, proporcionado dessa forma prazer em aprender.
Foi justamente o que senti em nossa primeira aula presencial da disciplina Seminário Integrador V, realizada no dia 14 de agosto de 2008 no pólo do curso de Pedagogia na modalidade a distância da UFRGS em Três Cachoeiras. Estimulada pelos nossos professores formulei perguntas juntamente com algumas colegas de grupo de acordo com nossas curiosidades e desejos de aprendizagens.
O que eu ainda não havia percebido é que aos poucos no decorrer de minha vida embora eu seja uma pessoa extremamente curiosa e investigativa, perdi a espontaneidade de criar questionamentos... Penso que grande parte dessa mudança se deve ao fato do processo de globalização dos conhecimentos. Temos respostas facilmente encontradas para praticamente tudo, muitas vezes elas chegam antes mesmo de formularmos nossas próprias perguntas, dessa forma nos acomodamos.
No final da atividade minha conclusão foi a seguinte: Ainda tenho muita curiosidade, muitas perguntas que não se calam dentro de min, faltava apenas dedicar um momento para pensar nelas, ter uma oportunidade como esta. A aula se tornou inesquecível, pois foi a primeira vez que participei em minha vida escolar enquanto aluna de uma atividade onde pude perguntar sobre qualquer assunto, o que no inicio gerou certo “espanto” e me deixando um pouco confusa.
Outra conclusão a que cheguei foi de que uma simples pergunta, desencadeia muitas outras perguntas. Uma dúvida gera muitas outras dúvidas. Um desejo de aprender cria muitos outros desejos de aprender... Conseqüentemente oportunidade de crescimento e amadurecimento, já que o que nos falta muitas vezes é simplesmente trocar o comodismo e a vergonha de questionar pela dedicação na arte de fazer perguntas, redescobrindo dessa forma o prazer em ampliar nossos conhecimentos.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008




Lendo e refletindo sobre o texto sugerido pela interdisciplina Seminário Integrador V: Organizar o Tempo é Fundamental (Texto extraído do Guia do Aluno do PEAD), resolvi mudar minha estratégia de estudo. Reservava três horas consecutivas durante a noite para ler os textos propostos e realizar as atividades. Não tinha o habito de praticar pequenos intervalos, pois julgava não ter tempo disponível. Após o estudo do texto descrito acima e experiência realizada durante três dias, conclui que tenho o mesmo rendimento nas tarefas propostas tendo a cada hora de estudo 10 minutos de descanso. E percebi também que o cansaço “mental” que era bastante incomodo e visível durante o semestre passado diminuiu um pouco, conseqüentemente melhorando dessa forma minha capacidade de concentração, tornando meus momentos de estudos mais produtivos e menos estressantes. “Saber o momento certo de parar é respeitar a si mesmo,seu relógio biológico, essencial a saúde do corpo e da mente”.

sexta-feira, 6 de junho de 2008




Aproveito o espaço para expor minha opinião com relação ao portfólio de aprendizagens que estamos construído durante nossa caminhada no PEAD. Acho fundamental o trabalho aqui realizado, pois nesse momento, quero dizer o instante que paramos para analisar nossos aprendizagens em cada atividade realizada, em cada texto lido, cada experiência vivida para mim é o momento em que nos damos conta do quanto estamos crescendo pessoalmente e profissionalmente. Quanto mais aprendemos, mais sentimos a necessidade de aprender mais!!!
Auto-avaliação
Através da realização de meu plano individual de estudos percebi o quanto é difícil realizarmos uma auto-avaliação. Pensar sobre si mesmo exige rever nossas próprias atitudes e repensar nossos objetivos e metas para alcança-los.
Em minha opinião foi uma atividade muito válida, pois se organizamos todos os dias nossos planejamentos escolares e nossas atividades pessoais, também é de suma importância que organizemos nossos objetivos enquanto alunos. É uma forma de perceber onde encontramos dificuldades e refletirmos sobre as possíveis ações para saná-las.
Fui bem objetiva, simples e prática em meu plano de estudos, pois qualquer pessoa que sonha com uma realidade melhor para toda uma sociedade, deve antes de mais nada começar a mudança por si mesmo... Talvez não seja possível mudar o mundo de uma só vez com nossas atitudes, mas não devemos esquecer que ele é composto de minúsculas partículas e que cada um de nós representa uma delas...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Apresentação final do terceiro semestre

Falar em público sem dúvidas é algo que requer certo hábito, como já citei em meu portfólio de aprendizagens. Assim como expor-se aos adultos é bem diferente do que conversarmos com nossos alunos em sala de aula. Entretanto no exercício de nossa profissão frequentemente realizamos esta atividade, pois participamos dentro da escola de reuniões com pais, professores, direção e encontros com a comunidade.
O que me deixou um pouco tensa na hora da apresentação foi o fato de estar sendo avaliada naquele momento. Acredito que tal situação resulta em certa inibição, timidez.
Mas a técnica que utilizei nesta apresentação me auxiliou bastante, pois através de obras de arte do pintor Fernando Botero, pude relatar grande parte do meu aprendizagem durante o terceiro semestre baseando-me no que os quadros me inspiravam e relacionando-os aos assuntos que abordei, sem no entanto sentir-me “presa” a certos sub-títulos como observei ter acontecido com alguns colegas.
Questiono-me a respeito da forma como apresentei meu trabalho final, pois ao contrário de muitas colegas não “ensaiei” minha fala em casa, talvez poderia melhorar meu desempenho oral se tivesse realizado essa tarefa. Entretanto me apoiei no que considero de relevante importância para qualquer estudante: Não é uma simples “decoração” de texto que vai mostrar o aprendizagem, essa aquisição de conhecimentos pode ser exposta de várias formas como por exemplo em nossa prática docente como explicitei em vários exemplos de sala de aula durante o semestre e até mesmo na síntese final. Mesmo assim (um pouco nervosa) considero que fiz um bom trabalho, consegui segundo as professoras e colegas que me avaliaram expressar de forma clara e objetiva minhas aprendizagens.
Outra dúvida que tenho é com relação aos conteúdos trabalhados de que eu já tinha conhecimento, como posso transpor esses conceitos para meu portfólio já que estes fizeram parte do semestre mas não foram novidade, ou seja em palavras bem simples: Eu acreditava que ... E continuo acreditando, pois tais textos e atividades reforçaram minha idéia... Senti falta de “espaço” para transpor essas idéias na síntese final, já que os questionamentos nos induziam para relatos no que mudou em nossa forma de pensar e de agir.
Penso que foi bastante válida a experiência, pois se há algo em que sentimos que podemos melhorar, nada melhor que exercitarmos nossas capacidades, uma forma de melhorar nossa auto confiança e conseqüentemente nosso desempenho.